[post #012.1] O melhor de 2015 – pt 1 de 3

O melhor de 2016

parte 1 – considerações e digressões

Não me sinto na necessidade de pedir desculpas pela longa demora em novos posts porque acredito não ter, ao menos ainda, leitores – mas supondo-se que eu os tenha, então eu peço desculpas pelo longo hiato.

Vontade ou temas não me faltaram – mas só agora consegui me sentar para escrever um pouco.

Considerando-se que este blog é muito jovem, seria ridículo recapitular seus feitos. Creio que será melhor, antes, algumas considerações de ordem conceitual e algumas digressões acerca do que deveria/poderia ter sido.

Eu gostaria/deveria ter feito alguns post iniciais com a proposta do blog e com algumas considerações mais gerais sobre minhas intenções. Sinteticamente, a ordem dos posts deveria ser mais ou menos assim:

post 0 – It’s about Sadness – ou Porque estou inaugurando este blog

post 1 – O que é a música?

post 2 – Minha coleção de discos

post 3 – Entrevista com Lebanon Hanover

… e isso explicaria, minimamente, a ordem pouco linear dos post publicados. Deve ser claro que não tive a habilidade e/ou a energia necessária para escrevê-los – mas eles virão à luz do dia quando oportuno!

Parafraseando uma publicação da Tri-Angle Records que li há pouco, posso não ter publicado muito e não estar publicando muito agora mesmo, mas posso garantir que há muito movimentação nos bastidores – isto é, tenho conversado com muitas bandas/projetos/artistas e creio que 2016 será um ano muito bom.

Considerando-se o pouco que publiquei até aqui, não posso deixar de destacar a amabilidade de todos os artistas com quem entrei em contato. Embora eu deveria estar seguindo o modelo ‘durão e distanciado’ proposto pelo mestre Lester Bangs, por alguma razão inexplicável até o momento tenho realizado aproximações que consistem em buscar conhecer profundamente os lançamentos das bandas/projetos em mira e, sobretudo, desenvolver uma mínima relação de camaradagem. Não consigo ser frio e distanciado – e posso dizer que estou em contato com diversos artistas agora, já desenvolvendo esta aproximação. Se este tipo de abordagem é positivo ou não, descobriremos em breve.

Como nas próximas duas partes deste post falarei mais especificamente sobre música, concluirei com uma prévia das entrevistas que estão em andamento/projeto:

Great Cold Emptiness

Lado Esquerdo Vazio

Sadness

Gray Souvenirs

I Hate Sex

Bandas/Projetos dos quais pretendo me aproximar:

Jovem Werther

Caroline No

Murmuure

Pleasure Leftists

Closet Witch

Worse

Por fim, agradeço a todos os que dispenderam alguns minutos por aqui e espero que tenham conhecido ou se aprofundado no underground!

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Um comentário sobre “[post #012.1] O melhor de 2015 – pt 1 de 3

  1. Conheci o blog a pouco tempo, e há muita matéria legal. Acho ótima essa proposta de divulgação de gêneros underground já que é tão difícil achar conteúdo assim em português e pelas bandas que vi por aqui, muitas de ótima qualidade e seus textos também são muito bons. Parabéns pela iniciativa.

    PS.: Uma dica: seria interessante se você separassem os posts em categorias e com marcadores, para uma melhor exploração no site, tbm recomendaria o plugin do Disqus para comentário, e também algumas cores no layoult, muito branco da impressão de nao ter separação nos posts.

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